segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Reflita isso

Evandro Ribeiro

Costão de Ilhabela - Clique para ampliar - Foto Leandro Amaral



O embate entre a ampliação ou não do Porto de São Sebastião já tomou ares que beiram ao ridículo, levado ao fato da total falta de conceito, estudo e pesquisa sobre a questão, que acabou ficando remetida às paixões e lobby ambientalistas ou daqueles que vêem no Litoral Norte apenas o quintal de casa; a extensão tranqüila do lar que gostariam de ter em São Paulo, mas sem abrir mão do desenvolvimento da capital e sem a menor preocupação com as condições de vida das pessoas que por aqui vivem diariamente.

Sob o título Ilhabela vai ter vista para paredão de navio, o jornal Folha de São Paulo do último domingo retrata o tema com a visão de que Ilhabela e São Sebastião correm o risco de deixarem de ser o paraíso turístico que são hoje. A foto estampa um navio passando pelo canal de Santos cheio de contêiner. É inaceitável que o embate tenha chegado ao nível de se preocupar com o horizonte que a população de Ilhabela (na grande maioria veranistas ricos paulistanos) vai ter de São Sebastião.

A questão leva a entender que então hoje as pessoas que fazem esse questionamento estão então mais preocupadas em não ter a vista de navios do que com a falta de emprego e o desenvolvimento não só da região, como do País, que um bom planejamento do porto podem trazer. Esses mesmos que estão agora preocupados com a vista de navios, mas nunca se manifestaram assim contra os barracos no complexo Topolândia, para onde eles também têm visão. Barraco na serra do mar pode, contêiner e emprego não? Veja em que estágio absurdo chegou o tema e quão grande é a falta de conteúdo na discussão.

A decisão deveria ser tomada em torno de estudos de impactos ambientais, criação de empregos, sistemas de compensações, resultados fiscais, rotas viárias e outras fundamentais, mas que não envolvam paixões desprovidas e interesses pessoais. Não é novidade para ninguém e muito menos inegável a extraordinária vocação turística de nossa região. Mas daí a dizer que vamos deixar de ter essa vocação por causa do porto, é forçar um fato inexistente e amedontrar aqueles que dependem do tema para a sobrevivência.

É fundamental considerar como se dá o turismo em Ilhabela e São Sebastião. Em momento algum os turistas vão deixar de vir para Ilhabela porque vão ter que avistar navios no canal, nesse sentido, certamente os pedágios que o governo estadual quer criar são muito mais nocivos, pois vão onerar em muito diretamente o bolso do turista, seja por qual estrada ele vier. Em segundo plano, todos sabemos que o turista que vem para São Sebastião não está nem um pouco interessado no Centro da cidade e sim nas belas praias oferecidas na Costa Sul, prova disso é que grande parte nem vem para o Centro durante o dia, apenas à noite para os shows oferecidos e para comer. O Centro de São Sebastião é tão desconhecido para o morador de fora que muitos acham que São Sebastião e Maresias são cidades diferentes, isso é fato não é paixão. O Centro é visitado por conseqüência das praias da Costa Sul, no demais, mais serve aos moradores que por aqui estão.

Depois da Dersa de São Sebastião ceder em favor do já dilacerado Mangue do Araçá, agora a classe dos biodesagradáveis vem a público afirma que a ‘possível’ falta de luz e o som podem afetar a biodiversidade do mangue, mas não apresentaram um estudo sequer sobre isso, ficando tudo na oratória impulsionada pelas paixões ambientalistas desproporcionais à realidade de nossa região. São Sebastião tem vocação turística, mas também não pode abrir mão da vocação que seu canal oferece para o desenvolvimento portuário.

A cidade pode ganhar muito com isso, pode ganhar empregos, riqueza e oferecer uma vida melhor aos seus moradores, não apenas a quem vem em alguns finais de semana. É necessário entender que o turismo é fundamental, mas a decisão não pode ficar na mão dos ricos de São Paulo, que decidem o que querem por aqui, que vem para cá nos finais de semana de Sol, mas não abrem mão de morar na capital.

Esse discurso de preservação a qualquer custo, sem estudo de impacto, sem ceder, movido por paixões é puramente demagogia de uma parcela da população mais preocupada em receber com tapete vermelho os ricos sem se preocupar com o morador local, que vive de temporada em temperada mendigando as migalhas paulistanas. Está na hora de deixar as paixões de lado e agir com maturidade, pois é certo que os malefícios não são tão grandes como querem alguns transparecer e os benefícios não tão pequenos como os mesmo apontam. O porto é inevitável e sobretudo necessário.

Diego Castilho Borges
diz..


Acho que essa pessoa não esta pensando em bens populares.
Onde que os caiçaras estão pedindo esmola ou mendigando alguma coisa,
ele não penso aqui em Ilhabela , então quer delir que os turistas e os moradores de Ilhabela vão querer assistir um monte de navios atracados, do que um belo por do sol.
Ele não esta pensando que a população de Ilhabela, São Sebastião e Caraguatatuba vai supri com todos os empregos que serão necessários a esses portos que querem construir .
Se caso for aprovado esse porto a superpopulação vai ser inevitável com isso virão .

As pessoas que vão fazer os serviços braçais onde vão precisar de pintores, pedreiro, serventes, eletricistas, encanadores e outras mão de obra baratas e que não necessita de diplomas ou certificados de profissionalização

I ai onde vamos colocar essas pessoa ?

Vamos deporta elas pra suas cidades de origem ?

Ou vamos colocar elas em um navio e exportar elas também?

Como essas duas questões não podem ser feitas o que vai acontecer é que elas ficarão desempregada, com o desemprego vai vim a pobreza com a pobreza virão as favelas com as favelas os roubos , ai nossa Capital da Vela , vai vira Capital da Favela

Diga não a construção no novo por em São Sebastião



Programa Espaço Amigo comemora Semana da Criança com Jogos Olímpicos



As crianças assistidas pelo Programa Espaço Amigo, da Secretaria de Assistência Social de Ilhabela, entraram no clima das Olimpíadas. Nesta segunda-feira (5/10) foi realizada a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos do projeto que atende 156 crianças com idade entre cinco e 14 anos no horário contraposto à escola. O prefeito Toninho Colucci (PPS) participou do evento, acompanhado da presidente do Fundo Social de Solidariedade, Lúcia Reale Colucci.

A banda do programa Espaço Amigo fez o som da cerimônia, que contou ainda com o juramento do atleta, feito pelo aluno Gabriel Braga. Até a próxima sexta-feira (9/10), o clima será de integração e competição, nas modalidades vôlei, basquete, futsal, atletismo e circuitos. De acordo com Karina Alves, coordenadora do programa, o objetivo é despertar nas crianças o senso de cooperação e respeito, além de incentivar a prática de esportes.

O programa Espaço Amigo oferece ainda aulas de teatro, dança, pintura, artesanato e atividades esportivas, além de temas voltados para paz, afetividade, respeito, cidadania e preservação do meio ambiente.

O projeto funciona de segunda à sexta, das 8h às 17h e a criança participa no horário contraposto à escola. Para manter o Espaço Amigo, a Prefeitura conta com o apoio do Supermercado Ilha da Princesa, Espaço do Artesão, Pindá Iate Clube e Lions Clube.

Projeto “Dança de Rua é Arte” leva vários estilos de dança para as comunidades do Itaquanduba e Itaguassú em Ilhabela



A Prefeitura de Ilhabela, por meio da Secretaria da Cultura, em parceria com a Fundação Arte e Cultura e com o professor de dança Kléber Moreira, realizou no último domingo (4/10) um encontro entre professores de dança e a comunidade do Itaquanduba e Itaguassú, no Ginásio Municipal de Esportes. O encontro faz parte do Projeto Dança de Rua é Arte, conhecido como D.R.A. De acordo com Moreira, o projeto já é realizado, por 10 professores voluntários, em algumas escolas de Ilhabela, no Programa Escola da Família e agora será expandido para outros bairros. O objetivo é que a cada três meses o encontro seja levado para um bairro diferente. “Queremos levar vários estilos de dança para as pessoas de todas as idades”, garante. O professor ainda ressalta que o projeto tem boa aceitação e conta com oito apoiadores fixos que contribuem mensalmente para a realização dos eventos. Neste domingo foram cinco horas de dança, com aulas de vários estilos.

Prefeitura de Ilhabela cria Lei para controlar emissão de gás carbônico dos veículos da cidade


A partir de 2010 todos os veículos de Ilhabela passarão por inspeção e manutenção para controlar a emissão de gás carbônico. O projeto de autoria do prefeito Toninho Colucci (PPS) foi aprovado recentemente pela Câmara e, além de contribuir para a qualidade do ar, atenderá uma das exigências do Governo do Estado para certificar a cidade no programa Município Verde.

Todos os veículos, da motocicleta ao ônibus, serão inspecionados até duas vezes por ano em calendário semelhante ao do licenciamento. A operacionalização será feita pelas pastas de Administração e Meio Ambiente. A Prefeitura prepara uma campanha de divulgação com folhetos explicativos.

De acordo com o secretário de Meio Ambiente, Harry Finger, mais importante que conquistar a certificação do Município Verde é adotar medidas que contribuam para a melhoria da qualidade de vida de Ilhabela. “Essa Lei é mais uma ação na luta para manter o nosso ar respirável”, destaca.

A medida deve contribuir também para que os condutores mantenham seus veículos em ordem, pois a falta de manutenção e o uso de combustíveis adulterados são os principais fatores para aumentar o nível de gás carbônico.

A Lei municipal segue os moldes do projeto já adotado por prefeituras de grandes cidades, como por exemplo, a capital.

RealMatismo vence amistoso contra OraBolas em Ilhabela



Partida contra amigos de Gilmar Rinaldi encerrou Semana Internacional do Idoso

O RealMatismo, de Ilhabela, levou a melhor no amistoso contra os paulistanos OraBolas (Amigos do ex-goleiro do São Paulo e Seleção Brasileira Gilmar Rinaldi) no fim de semana. A partida encerrou as atividades da Semana Internacional do Idoso, promovida pelo Fundo Social de Solidariedade em parceria com a Prefeitura.

O placar final ficou em 2 a 1 para os ilhéus, com gols de Wanderlei e Márcio, não dando chances para o ex-goleiro do Palmeiras, Silvio, que substituiu Gilmar Rinaldi no segundo tempo da partida. Participaram da partida o vice-prefeito Nuno Gallo (PV), o secretário de Esportes, Lazer e Recreação de Ilhabela, Luiz Lobo, o diretor de Trânsito, Oduvaldo Romano, o vereador Keko, o gerente do Bradesco, Pedro Humberto dos Santos, entre outras personalidades do município.

O segundo jogo, protagonizado entre os amigos do RealMatismo e os amigos de Gilmar Rinaldi, foi melhor para os visitantes, que venceram, sem grandes dificuldades, por 3 a 1. Destaque para a tabelinha entre o ex-goleiro da seleção brasileira, desta vez jogando na linha, e o ex-atacante do São Paulo, Careca, que deu um show de habilidade no gramado, relembrando os tempos áureos de sua época.

Na arquibancada estavam o prefeito de Ilhabela, Toninho Colucci, o chefe de Gabinete, Julio Cezar De Tullio, o secretário de Cultura, Rogério Ribeiro de Sá – Professor Catolé, o secretário de saúde de São Sebastião, Aldo Conelian, e o ex-zagueiro do São Paulo e da Seleção Brasileira, Oscar.